Um dia Oxum e outro alguém queriam fazer mal a Iansã.
Colocaram o feitiço no bracelete de Oxum
e o puseram dentro de uma caixa
para que fosse entregue a Iansã.
Agbô, então, foi chamado para levá-lo a Iansã.
Agbô era o dono dos carneiros, dono dos agbôs.
Tudo o que corria no palácio era espalhado
por meio da língua de Agbô, o Carneiro.
mas Iansã, com sua arguta intuição,
pressentiu o que lhe vinha por meio de Agbô.
Ela, então, foi ao encontro do Carneiro
e na forma de um vento abriu a caixa
e trocou o bracelete por um pequeno pássaro.
Agbô foi um instrumento contra Iansã,
mas Iansã sentiu-se traída por ele.
Desde então Iansã odeia carneiros
e não aceita nem sequer comê-los.
Colocaram o feitiço no bracelete de Oxum
e o puseram dentro de uma caixa
para que fosse entregue a Iansã.
Agbô, então, foi chamado para levá-lo a Iansã.
Agbô era o dono dos carneiros, dono dos agbôs.
Tudo o que corria no palácio era espalhado
por meio da língua de Agbô, o Carneiro.
mas Iansã, com sua arguta intuição,
pressentiu o que lhe vinha por meio de Agbô.
Ela, então, foi ao encontro do Carneiro
e na forma de um vento abriu a caixa
e trocou o bracelete por um pequeno pássaro.
Agbô foi um instrumento contra Iansã,
mas Iansã sentiu-se traída por ele.
Desde então Iansã odeia carneiros
e não aceita nem sequer comê-los.
[Notas Bibliográficas e Comentários]
Transcrito do Livro Mitologia dos Orixás de Reginaldo Prandi, publicado pela Cia das Letras, pág 300. Originalmente encontrado em René Ribeiro, 1978, pp. 47-9; Rita Segato, 1995, p. 405.
Agbô [agbò] – carneiro macho.
Axé a todos os nossos irmãos!
Deus é tudo acima de todas as coisas!
Olorum Colofé!



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