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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Salgueiro, um samba vermelho e branco!

Uma das mais fortes expressões brasileiras de alegria é também uma das maiores referências de fé e luta - O carnaval das Escolas de Samba do Rio de Janeiro. A mobilização popular dos moradores dos morros cariocas e o empenho das diversas comunidades que compõem as agremiações são as ferramentas necessárias para o brilho dos desfiles que colorem em tons vivos a Marquês de Sapucaí, palco da festa. 

Créditos
A ligação dos morros com a religiosidade afro-brasileira é algo indiscutível até mesmo pelo processo histórico de ocupação desses locais. E tal religiosidade acabou sendo incorporada aos fundamentos e à própria história de cada uma das agremiações que não se envergonham de levantar as bandeiras da fé às entidades e do amor ao samba. As letras dos sambas-enredo quase sempre são carregadas de saudações aos orixás quando não falam abertamente sobre suas histórias.

Já no nordeste, seguindo a linha dos blocos carnavalescos, aparecem os Afoxés - Candomblés de rua. São ainda mais antigos que as agremiações cariocas e como o próprio nome sugere, desfilam com respeito e devoção a religiosidade do candomblé.

Como forma de disseminação da cultura e pluralização de conhecimento é que o Yaônilé divulgará até março de 2011 os perfis de algumas das grandes Escolas de Samba do Rio bem como dos Afoxés espalhados pelo Nordeste que, através de muita garra e coragem, elevam a dignidade do povo-de-santo ao reafirmar a seriedade das nossas crenças. Inaugurando a nossa série trazemos o perfil do G.R.E.S. Acadêmicos do Salgueiro - uma das mais antigas agremiações do Rio de Janeiro.


Década de 50. Com o enredo "Uma Romaria à Bahia" o Salgueiro realiza seu primeiro desfile e surpreendentemente leva o 3º lugar já em sua estréia. De lá pra cá são mais de 60 anos de história de vitórias e também de derrotas. Uma vida de dedicação ao samba sempre afinado da bateria, a exuberância das alegorias e dos figurinos e também dos sambas-enredos. Uma história de fé: "A diversidade religiosa do Salgueiro permite que este abrigue um padroeiro e protetor: Xangô, orixá do Candomblé, também de cores vermelho e branco e também reverenciado no dia 20 de janeiro, quando, à noite, diante dos pegis e dos gongás, o senhor das pedreiras recebe as homenagens de seus afilhados do Salgueiro". 

O Salgueiro desenvolve diversos eventos como a tradicional "Feijoada do Salgueiro" que acontece todo segundo domingo do mês e também é idealizador da Escola Mirim que ensina crianças do morro a arte e o ofício de ser feliz através do samba.

Para 2011 ainda não há um samba enredo definido e a concorrência é acirrada. Nosso correspondente no Rio de Janeiro, Rodrigo Jesus, Salgueirense de carteirinha, esteve na quadra da escola na noite de sábado (02) e manifesta sua opinião sobre a escolha do samba representante para o Desfile do carnaval 2011 cujo tema é 'O Rio e o Cinema': "O Salgueiro vem com força, se nosso samba ganha, fica mais forte ainda. Este já tá na boca do povo, é ótimo pra cantar", conclui. 


Você pode conhecer e fazer o Download do Samba-enredo favorito de Rodrigo clicando aqui. Ouça também os concorrentes.

Para saber mais sobre a história do G.R.E.S. Acadêmicos do Salgueiro, acesse o Site Oficial.

Axé a todos os nossos irmãos!
Deus é tudo acima de todas as coisas!
Olorum Colofé!

Agenda - Yaônilé na FAMA - 11 de Outubro.


O Yaônilé fará a abertura da 8ª Edição do Café Filosófico da Faculdade Amadeus. O evento, que acontece duas vezes por semestre, será realizado às 19h do dia 11 de Outubro na quadra de esportes da Fama e é direcionado aos alunos, professores, coordenadores e a direção da Instituição. Em breve traremos novas informações.



Axé a todos os nossos irmãos!
Deus é tudo acima de todas as coisas!
Olorum Colofé!

sábado, 21 de agosto de 2010

Fundação Palmares completa 22 anos!

Parabéns para todos nós, de fato! A Fundação Palmares é uma entidade pública vinculada ao Ministério da Cultura - Minc, instituída pela Lei Federal nº 7.668, de 22.08.88, tendo o seu Estatuto aprovado pelo Decreto nº 418, de 10.01.92.

O artigo 215 da Constituição Federal de 1998 assegura que o "Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais populares, indígenas e afro-brasileiras, e de outros grupos participantes do processo civilizatório nacional".

A FCP/Minc formula e implanta políticas públicas que têm o objetivo de potencializar a participação da população negra brasileira no processo de desenvolvimento, a partir de sua história e cultura.

A FCP tem como Visão de Futuro consolidar-se como instituição de referência nacional e internacional na formulação e execução de políticas públicas da cultura negra, sendo sua missão promover a preservação, a proteção e a disseminação da cultura negra visando à inclusão e ao desenvolvimento da população negra no Brasil.

Crenças e princípios que norteiam as ações e as condutas da FCP:

COMPROMETIMENTO: Envolvimento no combate ao racismo, na promoção da igualdade, valorização, difusão e preservação da cultura negra.

CIDADANIA: Exercício dos direitos e garantias individuais e coletivos da população negra em suas manifestações culturais.

DIVERSIDADE: Reconhecimento e respeito às identidades culturais.

Transcrevo abaixo o discurso do Presidente da FCP, Zulu Araújo, sobre o aniversário da Palmares.

"Estamos, literalmente, com o pé - e o coração - na estrada! Ao completar 22 anos de criação, a Fundação Cultural Palmares, orgulhosamente, comemora essa data especial em sete capitais brasileiras, promovendo o encontro de grupos, artistas e manifestações culturais afro-brasileiras. 

Nesse mês de festa, gostaríamos de chegar aos 26 estados brasileiros; de estar próximos do nosso povo, congregando os sotaques e ritmos de nossas mais de 5.500 cidades. A vontade ainda não pôde ser concretizada, mas estamos trabalhando para não deixar qualquer manifestação, qualquer grupo, qualquer brasileiro fora da comemoração. Essa é a nossa meta.

As atividades que ora a Fundação Cultural Palmares oferece aos brasileiros e brasileiras foram sonhadas, organizadas e concretizadas por dezenas de mãos ávidas por uma comemoração à altura de nossas conquistas - uma festa tecida com arte, poesia e engajamento, viabilizada com recursos e apoio incondicional do Ministério da Cultura. 

Esse ano, a programação comemorativa dos 22 anos de ação e militância cultural da Fundação Palmares homenageia, em especial, as mulheres brasileiras. Todas elas! Mulheres que marcaram com força, inteligência, ousadia, perseverança e graça a sua participação na história desse negro País.

Nas ruas, nos palcos, nas salas de aula, nas comunidades, sozinhas, em família ou em grupos, a mulher enfrentou desafi os múltiplos - preconceitos, desconfi anças, exclusões -, transformando, com criatividade, a realidade, sem abrir mão de sua condição feminina e fazendo por merecer esta e outras homenagens.

Chegamos a 2010 com a certeza de que passos largos já foram dados; de que a luta não é a mesma; de que as forças, reconfi guradas, ganharam outros nomes, novos desafi os, contornos muitas vezes mais sutis, porém não menos cruéis; e portanto de que seguiremos lutando. Esse é o nosso compromisso. Afi nal, nós, que portamos na cor da pele a identidade desse País, não temos o direito de nos acomodar.

O show tem que continuar! Axé!"

Parabéns à Fundação Cultural Palmares pelo brilhante trabalho desenvolvido junto às comunidades negras do Brasil e esperamos que nossas motivações sejam somadas para o engrandecimento da cultura afro-brasileira e afro-religiosa.

Axé a todos os nossos irmãos!
Deus é tudo acima de todas as coisas!
Olorum Colofé!

terça-feira, 22 de junho de 2010

Psicologia e Religiosidade

No último dia 10 de Junho o Yaônilé esteve na Universidade Tiradentes a convite de um grupo de estudantes de Psicologia que defendiam uma tese a respeito de Psicologia e Religiosidade. O grupo foi demonstrar o candomblé enquanto religião dotada de preceitos e fundamentos, seguidores, adeptos e curiosos que lotam suas festas e obrigações para apreciarem a manifestação dos orixás. O grupo apresentou o Aguerê de Oyá e foi ovacionado pelos presentes e bastante elogiado pelos mestres acadêmicos presentes.
Agradecemos o convite reiterando nosso compromisso de defendermos nossas origens através de um trabalho minuciosamente pautado nos fundamentos da religião pois entendemos que não basta apresentar os orixás, temos que reverenciá-los.

Deus é tudo acima de todas as coisas!
Axé a todos os nossos irmãos!
Olorum Colofé!  

domingo, 6 de junho de 2010

I Arraiá Yaônilé!






Aconteceu na noite do último dia 04 o I Arraiá do Yaônilé aproveitando o encejo das comemorações juninas muito festejadas aqui no nordeste. Ao som de muito forró os convidados puderam desfrutar o sabor de deliciosas comidas típicas, soltar fogos, pular fogueira e se divertir muito.

Agradecemos a Izabelle Leite, diretora executiva do Yaônilé e responsável pela produção do Arraiá, e também aos pais, amigos e patrocinadores que compareceram ao nosso forró.

Quem pensa que a festança acaba por aí não sabe o que vem pela frente. Ainda no mês de Junho o grupo acompanha as festividades das Fogueiras de Xangô e realiza um segundo Arraiá no final do mês. Com alegria e descontração é que brincamos o nosso São João! Salve os Santos Juninos! Kaô Kabiecilê, Xangô!

Confiram a cobertura fotográfica do I Arraiá em nosso Orkut!


Axé a todos os nossos irmãos!
Deus é tudo acima de todas as coisas!
Olorum Colofé!

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Culpem o tempo.

Gostaríamos de nos desculpar pela falta de atualizações mas o motivo é nobre. Estamos desenvolvendo um novo layout para o blog e uma outra novidade que em breve vocês terão acesso. Nossas atividades continuam e é com muito prazer que recebemos 4 novos integrantes.

O Yaônilé tem um porquê de existir e por isso enfrentamos qualquer como.

Axé a todos os nossos irmãos!
Deus é tudo acima de todas as coisas!
Olorum Colofé!

sábado, 17 de abril de 2010

Suando a camisa - Yaônilé em Vídeo [Ensaio]




O Yaônilé continua suando a camisa em seus ensaios. Coreografias fortes, novos elementos cênicos, novos movimentos, novos integrantes. Comemoramos a entrada de 6 novas pessoas chegando a um total de 28. 

O que compensa tanto esforço é o trabalho reconhecido, as parcerias firmadas e os contratos assinados.

Por isso, pedimos a benção. A benção de Deus, dos Orixás, a benção das famílias e amigos. Pedimos a benção para a jornada que é sempre turbulenta. Somos originais no que fazemos e cremos. Que nos copiem, que nos imitem, que nos rotulem. Que busquem em nós a criatividade que lhes falta. Pedimos a benção, senhores, porque apesar de tudo o que já fizemos, o Yaônilé está apenas começando.


Axé a todos os nossos irmãos!
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domingo, 4 de abril de 2010

28 anos do Bloco afro Agbara Dudu


Hoje o Bloco Afro Agbara Dudu completa 28 anos de existência. Bloco afro fundado no bairro de Madureira, subúrbio do Rio de Janeiro em 4 de abril de 1982. O nome Agbara Dudu significa em yorubá "Força negra". Considerado o primeiro bloco afro do Rio de Janeiro, ainda que existissem três anteriormente: Afoxé Os Filhos de Gandhi do Rio de Janeiro (fundado por trabalhadores da zona do Cais do Porto do Rio de Janeiro), Dudu Éwe, do Morro da Mangueira, fundado em 1980 e o Afoxé Terê Babá (fundado no Largo das Neves, em Santa Tereza), todos com características de afoxé, isto é, saiam no carnaval cantando temas de blocos baianos (Afreketê, Olori, Oju-Obá, Muzenza, Malê-Debalê, Badauê e Ijexá Filhos de Gandhi) e músicas ligadas à religião africana, não mantendo trabalhos comunitários ou ações que os fizessem perdurar fora do carnaval. O Bloco Afro Agbara Dudu surgiu com a característica de mantenedor das tradições, mesmo fora do período de carnaval, assim como alguns blocos de Salvador o fazem, entre eles, Olodum, Ilê Aiyê e Araketu.

Pra saber mais sobre o Bloco deem uma conferida no Blog Pelenegra.

BIBLIOGRAFIA CRÍTICA:



ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira - Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Edição: Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006, RJ.

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sexta-feira, 2 de abril de 2010

Clara Nunes - Pra Matar a Saudade!

Em 02 de Abril de 1983 perdíamos a filha de Iansã, Clara Nunes. Hoje, 27 anos depois, o Yaônilé presta sua homenagem à Guerreira coreografando duas de suas músicas.

Asssita aqui um clip de Canto das Três Raças que, particularmente, me emociona muito.
A voz de clara que abre o clip parece ter sido retirada deste outro vídeo gravado na visita que fez ao Japão. Reparem o sorriso de Clara para a apresentadora como se estivesse entendendo perfeitamente o que ela estava falando - muito engraçado!

Axé a todos os nossos irmãos!
Deus é tudo acima de todas as coisas!
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sábado, 20 de março de 2010

Basta!

Neste domingo, 21/03, é o dia Internacional Contra o Preconceito Racial. O Yaônilé propõe que este seja um dia de reflexão acerca da atual situação em que o Brasil e o mundo ainda vivenciam em pleno Século XXI.

Será que já não experimentamos o cúmulo da ignorância? Por quanto tempo ainda vamos nos submeter ao julgo da pseudo sociedade branca superior? Somos um país mestiço, de cores, ritmos e crenças diferentes. E somos felizes assim. É como o antigo slogan usado na ditadura: Raça, ame-a ou deixe-a.

Axé a todos os nossos irmãos!
Deus é tudo acima de todas as coisas!
Olorum Colofé!

terça-feira, 16 de março de 2010

Novidades.

O Espetáculo "Gira - O Movimento da Aruanda" conta agora com dois novos movimentos, acrescentados mediante a necessidade de apresentarmos duas novas forças da natureza. Danilo Aguiar, diretor do grupo e criador do espetáculo, esclarece que o Panteão Africano é muito mais vasto que possamos imaginar ou do que narram as estórias e lendas. No entanto, as divindades "importadas" para o continente americano se limitam a apenas uma parte desse todo sendo imprescindível um conhecimento maior das nações de candomblé que povoaram o Brasil e as ligações entre orixás, voduns e inquices no momento da criação de uma coreografia e de um movimento.
Aguardem as estréias.

Axé a todos os nossos irmãos.
Deus é tudo acima de todas as coisas.
Olorum Colofé!

sexta-feira, 12 de março de 2010

Nota de Esclarecimento

Para que não haja dúvidas concernentes às questões que abaixo se apresentam e para que não se criem equívocos no julgamento das mesmas, resolvi discorrer sobre assuntos que, estando esclarecidos, serão pertinentes à boa trajetória do Yaônilé.

Os espetáculos “Batuques e Tambores: O Canto da Senzala”, “Um Canto de Fé, Um Sangue Guerreiro: Os Santos do Meu Navio Negreiro” e “Gira – O Movimento da Aruanda” (criados nos anos de 2007, 2008 e 2009, respectivamente) são PROPRIEDADES INTELECTUAIS de Danilo Targino de Aguiar, tendo sido idealizados, criados, concebidos, roteirizados, executados, coreografados (juntamente com a bailarina Michelle Pereira) e dirigidos pelo mesmo e tendo ele os DIREITOS AUTORIAS sobre suas produções.

Durante este período tais espetáculos foram apresentados através de um determinado Projeto Escolar que, a partir de dezembro de 2009, NÃO DETÉM AUTORIZAÇÃO para uso total ou parcial dos mesmos, sejam da parte coreográfica, teatral ou nomeclaturas utilizadas para se referir a um determinado conjunto de edições musicais. 

Entenda-se nesse contexto que PROPRIEDADE INTELECTUAL refere-se à uma forma de proteção da criação humana, através da implementação de direito de apropriação ao homem sobre suas criações, obras e produções do intelecto, talento e engenho. Portanto, englobado a esses fatores, encontram-se também o direito resguardado sobre edições musicais, textos de espetáculos e projetos, além dos direitos sobre logomarcas e materiais publicitários. O DIREITO AUTORAL “é o direito que protege trabalhos publicados e não publicados nas áreas da literatura, teatro, música e coreografias de dança, filmes, fotografias, pinturas, esculturas e outros trabalhos visuais de arte como programas de computador (softwares). O direito autoral protege a expressão de idéias e reserva para seus autores o direito exclusivo de reproduzir seus trabalhos.”¹

É imbelicidade da minha parte tecer outros comentários além do que Eliane Yachou Abrão publicou no Jusvi.com, onde afirma que “a melhor doutrina pátria...é unânimemente dualista: direitos de autor são um feixe de prerrogativas de ordem moral e de ordem patrimonial, que se interpenetram quando da disponibilização pública de uma obra literária, artística e/ou científica. Os direitos morais, pertencem exclusivamente à pessoa física do criador, e os patrimoniais ao criador originário se não os cedeu ou ao terceiro a quem de autor os facultou. Herdeiros podem exercer alguns dos direitos morais e os patrimoniais no período que entremeia a morte do criador e a queda da obra em domínio público. São direitos morais de autor: o direito ao inédito, o direito de ter seu nome sempre vinculado à obra, o direito de se opor à quaisquer modificações que nela se pretenda introduzir, e outras disposições expressamente previstas na lei especial. São direitos patrimoniais de autor os de fruir e dispor publicamente da obra do modo que convier a seu titular, observados os preceitos de ordem pública.”

Para efeito de esclarecimento (ou conselho se melhor convier) enfatizo que ofensa ao direito autoral é crime. Concedendo uma pitada bastante pessoal à essa nota re-publico o que foi postado em [ fotolog.net/daguiar ] em 09/03/2010: “Quem tem capacidade e inteligência para criar, não se esconde no feito do outro. Não altera, não muda, mostra aquilo que é seu. Lastimável é assistir a insistência dos que só conseguem se mostrar copiando, imitando, afanando a propriedade intelectual do outro. Árvores que morrerão secas sem ao menos ter experimentado a suavidade das águas da criatividade.”

Cordialmente,

Danilo Aguiar
Diretor do Yaônilé.